Portugal, Espanha, Itália, Chipre e Grécia fazem parte do projeto “INKEY”, que pretende aumentar a empregabilidade dos jovens NEETs (cidadãos com idade compreendida entre os 15 e os 29 anos, que não estudam, não trabalham, nem frequentam formação profissional), além de aumentar a qualidade e efetividade das ações de empoderamento das organizações e dos profissionais que trabalham com os jovens.
O primeiro resultado deste trabalho já está disponível online e pode ser consultado aqui. Trata-se de um relatório, conduzido pela Contextos na região do Algarve, que identifica e analisa o status atual e as boas práticas na educação formal e não formal destes jovens. Neste estágio, foram realizadas entrevistas múltiplas, grupos focais com professores e formadores e, por fim, um estudo comparativo será publicado.

A próxima fase do projeto resultará em programas de aprendizagem, baseados em princípios de educação não-formal e dinâmicas de gamification, para proporcionar mais oportunidades aos jovens NEETS.
O consórcio do projeto INKEY (Innovative Tools to promote KEY Competencies for Lifelong Learning) envolve as organizações Contextos (Portugal), FEMXA (Espanha), Lascò (Itália), CSI (Chipre) e KEAN (Grécia) e é financiado pelo programas Erasmus+ Ação-Chave 2, parcerias de cooperação no domínio da juventude.
O projeto DigitArt, que durante 10 meses explorou o papel da Criatividade, da Arte e das Ferramentas Digitais para a Participação Jovem, está a chegar ao fim!
Na próxima quinta-feira, dia 6 de Outubro, pelas 17h30, acontecerá o Evento de Encerramento na ArQuente - Associação Cultural, em Faro.
Juntem-se a nós neste momento de celebração e balanço deste projeto internacional que contará com:
O DigitArt é um projeto cofinanciado pela Agência Nacional Erasmus+ Juventude em Ação (Março 2021 – Outubro 2022), Parcerias Estratégicas para a Criatividade.
Mais informação em https://contextos.org.pt/projectos/digitart/
"IO3 - Training Itinerary to Improve ICT Competences" é um guia prático com o objetivo de fornecer um conjunto de atividades que os técnicos de juventude podem implementar no âmbito da capacitação em competências digitais e de comunicação.
São onze unidades que abrangem as seguintes áreas:
Cada uma das unidades reúne um conjunto de atividades, com instruções e recomendações para a sua implementação, bem como os recursos e tempo necessários e resultados esperados de aprendizagem.
Podes aceder ao Itinerário por aqui.
O resultado intelectual “IO3 - Training Itinerary to Improve ICT Competences” foi desenvolvido como parte do projeto DigitArt, co-financiado pelo Programa Erasmus+ KA2 - Cooperação para a inovação e o intercâmbio de Boas Práticas - Parcerias para a Criatividade, coordenado pela Contextos - Cooperativa para o Desenvolvimento e Coesão Social CRL (Portugal), em parceria com Lascò Srl (Itália), e Asociación Fronteiras (Espanha).
A tecnologia está inserida no quotidiano das sociedades e o seu acesso é cada vez mais facilitado. Os jovens são aqueles que têm maior recorrência no mundo digital, cuja influência aumenta, cada vez mais, no contexto económico, político e social.
Impõe-se, portanto, uma oferta alargada de ferramentas digitais que promovam a participação eficaz e benéfica da juventude na vida civil e profissionais comprometidos com a melhoria da qualidade dos resultados das iniciativas voltadas para esta parcela da população.
À vista disso, é crucial que as organizações adaptem as suas actividades juvenis de modo a ter em consideração necessidades específicas, características e interesses de diferentes segmentos juvenis.
Isto porque as tecnologias de informação e comunicação incluem hoje, para além dos computadores e da Internet, um conjunto cada vez mais vasto de tecnologias de pequena escala: portáteis, tablets, netbooks, mas também telemóveis, iPads, iPods e iPhones, além de dispositivos de reconhecimento e ativação por voz, TV móvel, etc. Em consequência, o acesso a estas tecnologias de informação e comunicação abre a porta a uma multiplicidade de iniciativas.

O vídeo participativo, por exemplo, é um meio poderoso de documentar as experiências, desejos e esperanças da população local a partir das suas próprias perspectivas, através do qual é possível iniciar um processo de análise e mudança que celebra o conhecimento e a prática locais enquanto estimula a criatividade, tanto dentro como fora da comunidade.
A Contextos, em parceria com a Lascò SRL (Itália) e a Asociación Fronteiras (Espanha), lança, no âmbito do DigitArt, o segundo resultado intelectual do projeto: IO2 - "Vídeo Participativo: Guia Metodológico para a Implementação de Estratégias Inovadoras para a Promoção da Participação Jovem”, disponível, em inglês, aqui.
O guia define e contextualiza o Vídeo Participativo, evidencia as vantagens e riscos desta metodologia, e fornece dicas de facilitação e exemplos de atividades que podem ser usadas por professores, formadores, educadores, e outros, que desejem utilizar esta ferramenta com grupos de jovens. Dois outros instrumentos de participação são também abordados: o Digital Storytelling e o Jornalismo Cidadão.

Acede ao guia aqui.
O projeto DigitArt – 2020-1-PT02-KA227-YOU-007642 é co-financiado pelo programa Erasmus+ Ação-Chave 2 – Cooperação para a Inovação e o Intercâmbio de Boas Práticas – Parcerias para a Criatividade, coordenado pela Contextos (Portugal), em parceria com a Lascò Srl (Itália) e a Asociación FRONTEiRAS (Espanha).
A radicalização não é um fenómeno novo, mas torna-se cada vez mais num desafio, com a crescente polarização e as novas tecnologias. Para que não se torne uma séria ameaça em todo o continente, novas perspectivas sociais e interculturais fazem-se necessárias.
Neste sentido, o projeto EducArts!, coordenado pela Associação La Cultora (Madrid), em parceria com a Contextos (Faro) e a Sapere Aude (Viena), visa promover a compreensão dos cidadãos sobre os seus direitos fundamentais e os valores comuns da Europa como forma de ultrapassar a adversidade - especialmente entre os jovens e aqueles em risco de exclusão.
O EducArts! já arranca em sua primeira fase e irá criar e implementar novas metodologias para a educação democrática, utilizando narrativas baseadas na arte e criatividade como um meio atrativo de divulgação de valores para além das fronteiras.
Atividade realizada pela Contextos na escola secundária Tomás Cabreira, em Faro, no âmbito do projeto DigitArt!
Creative Citizen Labs (Laboratórios criativos) foram instalados em cada uma das três cidades participantes (Madrid, Faro e Viena), onde artistas, educadores e mentores reunir-se-ão com o propósito de formar uma rede para o intercâmbio de conhecimentos e boas práticas. Esta será a base para o resto das ações do projeto.
Com base nos resultados obtidos através destes intercâmbios, será gerado um toolkit para educadores e um logbook para os estudantes, para verificar o novo material e as novas metodologias de aprendizagem adotadas pelos laboratórios e multiplicar os resultados da investigação.
Cenários artísticos de co-aprendizagem serão também implementados em cada uma das cidades, divulgando os resultados do projeto e testando as metodologias.
Learning Lab realizado pela Contextos em Faro, no âmbito do projeto DigitArt!
Uma conferência final será realizada em Madrid e, por streaming, o projeto será difundido em todo o mundo, proporcionando sustentabilidade aos resultados alcançados.
A formação de educadores adultos que irão orientar o processo de co-aprendizagem, bem como a criação de ferramentas de aprendizagem para apoiar os alunos é fundamental para reforçar a participação democrática e aumentar a consciência dos direitos humanos e dos valores europeus partilhados.
E se pudesses ver o teu artista favorito numa sala de estar, sem ruídos e telemóveis? Essa é a pergunta que Rafe Offer, fundador da Sofar Sounds, fez a si próprio e a alguns amigos depois de terem visto um espetáculo onde nem sequer conseguiam ouvir a banda. O Sofar Sounds funciona em torno de uma ideia simples: reúne algumas bandas, uma casa (ou qualquer sítio único para uma atuação) e um público atento e apaixonado por música.
O Sofar Sounds é uma Start Up de eventos musicais, fundada em Londres no ano de 2009 e que hoje já está instalada em mais de 400 cidades pelo mundo e que conta com parcerias com empresas como Spotify, 20th Century Fox e Virgin. Em novembro de 2019, o projeto já tinha acolhido mais de 22 mil espetáculos.

Algumas coisas diferenciam o Sofar de outros espetáculos quaisquer: O local do concerto não é divulgado até 24 horas antes do evento. Os lugares de atuação são íntimos, insólitos, únicos - como uma sala de estar, um museu, um terraço, um jardim -. O público concorda com três princípios básicos: chegar a tempo, ficar até ao fim e ouvir calmamente (e sem telemóveis) os artistas.
Estes concertos são filmados e os vídeos editados são carregados para o canal Sofar Sounds no Youtube, que conta com milhões de subscritores.
A Contextos é, agora, a curadora oficial do projeto em Faro. Numa parceria com a Associação Plutão de Verão, estes concertos serão produzidos na cidade, que será a terceira em Portugal a recebê-los, depois de Lisboa e do Porto.
Apesar de artistas e compositores estarem a aparecer cada vez mais em Faro, o mercado ainda não consegue absorvê-los completamente e de maneira sustentável por aqui ou de catapultá-los para outros palcos Europa afora.
Com a visibilidade da marca Sofar Sounds, a Contextos espera que esta seja mais uma oportunidade para dar evidência aos artistas algarvios, além de dar aos farenses uma nova oportunidade de fruição cultural/artística, onde público e artista estarão fortemente ligados.
Notícias sobre o Sofar Sounds na mídia internacional:
Forbes - How Sofar Sounds is disrupting Live Concerts
The Telegraph - I spend time in strangers´ living rooms on holidays, and so should you
BBC - Are living room concerts the future?
The New York Times - Tiny concerts at coffee tables near you

